É com muito pesar que adianto que tenho pouco conteúdo pra esse post. Eu fui pra Petrópolis com uma lista enorme de restaurantes e só consegui ir em um.
Então, se você não leu ainda o que escrevemos sobre O que fazer em Petrópolis, adiantamos: nada abre de domingo/noite a quarta-feira.
Chegamos no domingo a noite famintos e claro, nenhuma das opções que eu tinha pesquisado estava aberta. Descobrimos então uma pizzaria: Di Farina. Grata surpresa, pizza diferentona e muito boa,
excelente atendimento e salão vazio (em tempos de pandemia isso conta como bônus). O valor de uma pizza não muito convencional, meia salmão, meia queijo de cabra, presunto parma e rúcula foi de R$72,90 (não nos julgue pelo salmão, estávamos de férias e pizza de muçarela tem em qualquer lugar).
Apenas uma observação: o banheiro estava IMUNDO. Quero acreditar que aquela calamidade tinha acabado de acontecer e que ainda nenhum funcionário tinha notado, pois o restante do restaurante era bem apresentável.
Voltamos caminhando e olhando as casas históricas depois da garçonete nos garantir de que era seguro andar por Petrópolis à noite, apesar do André não ter acreditado muito nisso.
Nossa segunda parada no dia seguinte foi o restaurante dentro do Castelo de Itaipava. Mas foi sofrível. Logo que entramos um gerente que apesar de simpático, nos impediu de sentar na área externa do restaurante pois ainda estavam arrumando o local. Sentamos em uma mesa próxima à janela e dividimos uma entrada e um prato: Pastel de Queijo e Camarão (R$16) e Truta (56). Estamos ok, mas só isso. Meu chopp estava quente. Sabe quando você está num lugar sentindo que aquilo existe só para pegar turistas desavisados? Então.
A última parada antes do nosso surto ao descobrir que nada abriria por conta da pandemia, foi o Imperatriz Leopoldina, o único que estava na minha listinha moribunda de restaurantes.
Esse lugar fica dentro do Hotel Solar do Império, um hotel chiquérrimo e que não está aberto à visitações (esse aí da foto de capa do post). Só conseguimos olhar um pouquinho porque estávamos à pé e demos a desculpa de que queríamos reservar uma mesa (se for em uma segunda-feira nem precisa).
Finalmente consegui usar a única roupa chique que levei na viagem e o André me agradeceu por eu ter enchido o saco pra ele levar um sapatênis. Estacionamos e o manobrista/porteiro me chamou de madame. Adorei.
Bom, os pratos são caros, mas nada impagável, tudo na faixa dos 80 ou 90 reais. E são bem servidos. Eu não gostei muito do meu risoto mas acho que escolhi mal. O André pediu um espaguete com frutos do mar e gostou. No fim, valeu a experiência pois o lugar é realmente lindo e eu consegui pelo menos riscar uma linha da lista que tinha feito.








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