Vocês têm noção de que fomos para Petrópolis e temos somente meia dúzia de fotos?
A primeira coisa que precisam saber: a cidade simplesmente não funciona de domingo à quarta. Não sei se por conta da pandemia, mas nada abre. Tivemos dificuldade até de encontrar lugares para comer.
Eu fui com uma lista imensa de restaurantes, museus e praças pra visitar, achando que teríamos dias super corridos e no fim sobraram apenas... praças...
Os museus não abrem de segunda-feira (com ou sem COVID) então pensamos em ir à Catedral, Rua Teresa e se desse tempo, Itaipava. No fim, as informações do Google estavam desatualizadas e só restou Itaipava mesmo.
O castelo (por fora) impressiona, metade construído na década de 20, metade construído há poucos anos. Pagamos 12 reais para a visitação sem guia e por dentro é... broxante. Andamos por meia dúzia de salas enormes e praticamente vazias, com algumas plaquinhas como "sala de jantar" ou "biblioteca" e saímos para o jardim. Vale 12 reais para ver o jardim? Vale, mas não sei porque esse ingresso dá direito à visitação até as 16h, porque em menos de 1h se vê tudo.
A parte de cima é reservada somente para hóspedes e se um dia voltar para Petrópolis vou querer ficar pelo menos 1 noite lá pra ver como é.
Na expectativa de poder visitar os museus na terça-feira, ficamos hospedados em um hotel ao lado do Museu Imperial. Resolvemos logo cedo ir até a Encantada, casa de veraneio de Santos Dumont. Pessoalmente, seria parada obrigatória já que a minha prima, Luciana Garbin, além de ser curadora da exposição sobre Santos Dumont no Itaú Cultural em São Paulo (2016), também é autora de um livro infantil inspirado nele: Albertinho e suas incríveis máquinas voadoras. Então Santos Dumont é meio que da família pra gente.
O ingresso custa R$8 e a casa é minúscula (e cheia de escadas). Mas não se engane achando que se trata de um passeio rápido, pois tem muita coisa pra ler. A saída tem uma lojinha onde se pode comprar miniaturas e chaveiros do 14 Bis.






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